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Jogo 5.374
O Botafogo saiu na frente no jogo de entrega das faixas dos campeões paulista e carioca deste ano, mas o Corinthians persistiu e buscou na raça o quarto empate nos últimos cinco jogos. O duelo de hoje também opôs pela primeira vez os dois técnicos campeões do mundo pelo Corinthians: Tite, no ano passado, e Oswaldo de Oliveira, no ano 2000. Foi uma estreia com mais erros do que acertos. Só que, se o empate em casa pode ser considerado mau resultado numa situação normal, o mesmo não acontece quando se trata de um confronto entre Corinthians e Botafogo, no qual o privilégio é ser visitante. A última vitória do Timão sobre o Botafogo no Pacaembu aconteceu em 2006. Nos últimos seis duelos contra o clube carioca no estádio, foram três empates e três derrotas. Nos últimos 20 anos, o Corinthians derrotou o Botafogo no Pacaembu apenas três vezes em jogos válidos pelo Campeonato Brasileiro. No mesmo período, o Corinthians levou a melhor sobre o adversário fora de São Paulo em seis ocasiões. Contra o Botafogo: O Corinthians em 2013: Sob o comando de Tite: Artilheiros em 2013: O Corinthians no Pacaembu: Na história do Campeonato Brasileiro (inclusive Torneio Roberto Gomes Pedrosa): O Corinthians em 102 anos de história: *Dos jogos feitos pelo Corinthians desde 1910, há 15 partidas cujos resultados não foram registrados e continuam desconhecidos até hoje. Acompanhe o Retrospecto Corintiano no Twitter: @retrospectimao. Escrito por Ricardo às 23h27
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Jogo 5.373 - Corinthians conquista 27º título estadual
Convocado na última hora com a missão de segurar o Timão e garantir o inédito tetracampeonato santista, o apitador Guilherme Ceretta de Lima inventou faltas para o Santos, ignorou infrações perigosas a favor do Corinthians e conduziu o jogo para muito além do longo acréscimo que ele mesmo prometeu - ia levar o segundo tempo até os 49, mas deixou seguir até os 52 sem justificativa nenhuma, só pra ver se dava pelo menos pênalti. Mas não deu. Ceretta não pôde impedir o gol de empate de Danilo, um minuto depois de Cícero ter aberto o placar para o Santos na tarde deste domingo no pardieiro mais famoso do mundo. Pela 27ª vez na história, apenas alguns dias depois de ter sido vítima de um dos maiores roubos da história do futebol internacional, o Corinthians sagrou-se campeão paulista, o maior de todos. O título resgata um pouco da confiança mosqueteira após a macabra cirurgia protagonizada por Carlos Amarilla na última quarta-feira. Trata-se de um prêmio para a Fiel, para um elenco maduro e para uma comissão técnica competente. E de mais um desalento para os antis, que torciam para o Boca Juniors, depois para o Chelsea, depois para o Boca de novo e hoje para o Santos. Haja armário pra tanta camisa. A expectativa agora é de que o título destrave a implementação de mudanças e renovações necessárias no Corinthians. É tempo também de a diretoria parar de compactuar com dirigentes claramente dedicados a sabotar o Timão, mais precisamente José Maria Marín e Marco Polo Del Nero. Não se ri na companhia desses dois sujeitos, senhor Mario Gobbi. Aqui é Corinthians e não tem refresco. Agora é buscar o Brasileiro. Contra o Santos: O Corinthians em 2013: Sob o comando de Tite: Artilheiros em 2013: O Corinthians na Vila Belmiro: Na história do Campeonato Paulista: O Corinthians em 102 anos de história: *Os números do confronto entre Corinthians e Santos não incluem o jogo anulado do Brasileirão de 2005 por interferência do juiz ladrão confesso Edílson Pereira de Carvalho. Em 31 de julho daquele ano o Santos venceu o Corinthians por 4 x 2 na Vila Belmiro graças, em grande parte, ao árbitro em questão. Como a partida acabou anulada posteriormente e não tem valor oficial, o resultado não entra nos números publicados neste blog. **Dos jogos feitos pelo Corinthians desde 1910, há 15 partidas cujos resultados não foram registrados e continuam desconhecidos até hoje. Acompanhe o Retrospecto Corintiano no Twitter: @retrospectimao. Escrito por Ricardo às 21h30
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Jogo 5.372
Veio então o momento das oitavas-de-final. Uma reedição da decisão do ano anterior, entre Corinthians e Boca Juniors. A péssima atuação alvinegra na primeira partida proporcionou a oportunidade tão sonhada aos administradores da várzea. O Timão precisava da vitória na noite desta quarta-feira, 15 de maio, no Pacaembu. E a ocasião fez o ladrão. Logo de cara, um pênalti não marcado para o Timão em lance legal em outra modalidade esportiva: o vôlei. Segue o jogo. Mas antes, cartão para Emerson, que ousou reclamar do pênalti ignorado. Depois, Romarinho marcou em posição legal, mas o bandeirinha fabricou impedimento. No lance seguinte, Riquelme errou o cruzamento. E craque que é craque acerta até quando erra. A bola encobriu Cássio e caiu dentro do gol, na forquilha oposta. Faz parte. O Corinthians foi para o segundo tempo precisando fazer três, e um gol legítimo já tinha sido anulado. No retorno, a pressão resultou em boas oportunidades e não demorou para Paulinho empatar. Dessa vez não deu pra arbitragem. O juiz, meio constrangido, validou. Mas Paulinho estava insolente. Fez outro gol. Posição legal, tudo nos conformes. E o Corinthians teve seu segundo gol legítimo surrupiado pela arbitragem comandada pelo paraguaio Carlos Amarilla. Ainda daria tempo para ignorar mais um pênalti em Emerson. Diante da eliminação, a Fiel deu um show de solidariedade, os atletas alvinegros deram um show de espírito esportivo, e agora a vida continua. Onde houver Corinthians haverá alegria. E a Libertadores, certamente, a perdeu. Agora a Conmebol pode respirar aliviada, descansar em paz por um tempo. A várzea pode voltar à mediocridade e à tristeza de antes, sem esses times insolentes que não se curvam aos europeus quando vão jogar campeonato mundial e ousam derrotá-los na bola. Cada um com suas escolhas. Contra o Boca Juniors: O Corinthians na Libertadores: Acompanhe o Retrospecto Corintiano no Twitter: @retrospectimao. Escrito por Ricardo às 00h21
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Jogo 5.371
O jogo em si foi um massacre. O Timão desperdiçou oportunidades suficientes para golear. Oportunidades claras. Com Paulinho, com Guerrero, com Emerson Sheik. Sem contar as boas defesas do goleiro adversário e um pênalti escandaloso que só o juiz não viu em cima de Romarinho. Vencer, perder, empatar, golear ou desperdiçar chances de gol são componentes do futebol. O que não faz parte do futebol é a escalação, por exemplo, de Wilson Luiz Seneme, recém-recuperado de contusão, para apitar uma final, assim como a do auxiliar Emerson Augusto de Carvalho para bandeirar. A arbitragem de Seneme foi tão covarde quanto a postura do Santos em campo. Jogou ao lado da defesa santista, mais preocupado em evitar uma vitória mais larga do Corinthians do que em apitar. No fim, foi premiado com um achado gol de honra santista. Já o auxiliar que correu ao lado das cadeiras cobertas, para quem não se lembra, é o bandeirinha do triplo impedimento carpado. Eu pergunto, do alto da minha ingenuidade, o que este sujeito fazia bandeirando uma final de campeonato envolvendo um time que ele roubou (o Corinthians) e um time que ele ajudou (o Santos), tudo muito descaradamente, há tão pouco tempo? Existe explicação que não envolva gestão de bastidores (em favor de um, ou contra o outro, tanto faz)? Quanto ao Corinthians que vai a campo, o que mais me agradou hoje foi o fato de o time voltar a jogar com pegada, com garra, com gana de vencer, como sempre deveria ser. Que o Timão continue assim, contra tudo e contra todos, como é de costume. Acompanhe o Retrospecto Corintiano no Twitter: @retrospectimao. Escrito por Ricardo às 21h53
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Jogo 5.370
Vieram então os pênaltis. E o Timão levou a melhor, ao vencer por 4 x 3. Fará a final contra o Santos. Será a terceira decisão de título entre os dois clubes nas últimas cinco edições do Campeonato Paulista. O São Paulo, pra não perder o costume, reclama da arbitragem até ao ser derrotado nos pênaltis. Sinal do desespero. Lá se foi o semestre tricolor. Mas o freguês tem sempre razão. Então deixa chorar. O Corinthians tem agora a missão secundária de impedir o tetracampeonato santista, feito inédito na era profissional do futebol paulista. Mas a missão primária é se reafirmar como melhor time do mundo. Contra o São Paulo: O Corinthians no Morumbi: *A título de esclarecimento: O retrospecto geral do duelo é exatamente este, de 114 vitórias corintianas, 94 empates e 90 triunfos tricolores em 298 partidas disputadas, com 435 gols mosqueteiros e 398 são-paulinos. A informação baseia-se nos Almanaques do Corinthians e do São Paulo lançados pela Placar em anos recentes. Há quem inclua erroneamente o jogo oficialmente cancelado do Brasileirão de 2005, manchado pela arbitragem de Edílson Pereira de Carvalho, juiz-ladrão confesso, e as partidas dos tempos de São Paulo da Floresta, clube que faliu na década de 1930 e que, apesar de ter dado origem ao atual São Paulo FC, não deixou de herança títulos, razão social nem seu retrospecto com outros clubes. Ou seja, a título de estatística, esses jogos não têm valor para o duelo entre Corinthians e São Paulo. Acompanhe o Retrospecto Corintiano no Twitter: @retrospectimao. Escrito por Ricardo às 18h19
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Jogo 5.369
O primeiro tempo até foi razoável, mas a segunda etapa foi deplorável, principalmente depois da saída de Danilo por contusão, logo no comecinho. O Boca também não fez uma partida memorável, mas errou muito menos que o Timão e saiu merecidamente com a vitória. A arbitragem varzeana é um caso à parte, característico do campeonato sul-americano de várzea. O fato é que perder é do jogo e o Corinthians tem crédito. A questão é saber como o Timão vai se comportar no Pacaembu precisando vencer. Particularmente, pelo histórico recente, considero improvável que o Corinthians seja capaz de fazer outra apresentação tão ruim num espaço tão curto de tempo. Mais time o Corinthians tem. É preciso, na volta, tirar isso do papel e colocar na prática. Vai, Corinthians! Acompanhe o Retrospecto Corintiano no Twitter: @retrospectimao. Escrito por Ricardo às 23h53
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Jogo 5.368
Contra a Ponte Preta: Artilheiros em 2013: Acompanhe o Retrospecto Corintiano no Twitter: @retrospectimao. Escrito por Ricardo às 22h03
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Jogo 5.367
Paolo Guerrero, o artilheiro do time, resolveu hoje brincar de garçom. O peruano deu o passe para o gol de Danilo e depois acionou Paulinho, autor do chute que resultou em rebote para Alexandre Pato completar. Com o resultado, o Corinthians terá pela frente a Ponte Preta na próxima fase do Paulistão. Este será o segundo ano consecutivo em que os dois times se enfrentam nas quartas-de-final. Ao contrário do ano passado, o jogo será em Campinas, já que desta vez a Ponte tem a vantagem do mando. As lembranças de 2012 não são muito boas, mas também nem tão ruins. Naquele dia, Júlio César entregou o ouro pro bandido e o Timão acabou eliminado em pleno Pacaembu. Em contrapartida, o técnico Tite aproveitou a situação para encostar Júlio César e promover Cássio. O resto da história não precisa ser contado. Mais preocupante que isso, porém, é o curioso retrospecto recente do confronto. Se a vantagem mosqueteira no duelo é enorme e inegável, a Ponte pode se vangloriar de ser um dos raros times no mundo que venceram o Corinthians em quatro dos últimos oito confrontos - e de só ter perdido apenas uma vez nesse mesmo intervalo. Cabe ao Corinthians mudar o rumo da prosa. Contra o Atlético Sorocaba: Jogo 1: 21/01/2004 - Atlético Sorocaba 2 x 2 Corinthians - Campeonato Paulista O Corinthians em 2013: Sob o comando de Tite: Artilheiros em 2013: Na história do Campeonato Paulista: O Corinthians em 102 anos de história: *Dos jogos feitos pelo Corinthians desde 1910, há 15 partidas cujos resultados não foram registrados e continuam desconhecidos até hoje. Acompanhe o Retrospecto Corintiano no Twitter: @retrospectimao. Escrito por Ricardo às 23h27
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Corinthians e Boca fazem tira-teima
Mais uma vez, o jogo de ida será em Buenos Aires e o de volta em São Paulo, uma vez que o Corinthians terminou melhor posicionado a fase de grupos. Esta será a segunda vez que os dois clubes se enfrentam pela fase de oitavas-de-final da Libertadores. Na primeira ocasião, em 1991, o Boca de Batistuta levou a melhor sobre o Corinthians de Neto. Já em relação à final do ano passado, o Corinthians tem a seu favor o fato de saber que, apesar de ter pela frente um adversário difícil, soube vencê-lo com sobras quando teve a oportunidade. Caso vença o mata-mata com o Boca, o Corinthians só não terá o benefício de fazer a partida de volta em casa se trombar com Atlético Mineiro, Olimpia ou Independiente Santa Fé nas fases seguintes. Como diria Matheus, "venha quem venhar". Vai, Corinthians! Escrito por Ricardo às 00h22
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Jogo 5.366
O Timão começou com tudo e logo aos 2 minutos Guerrero, sempre ele, abriu o placar. Os primeiros minutos foram arrasadores e até deram a entender que a goleada seria uma questão de tempo. Mas o segundo gol não saiu, o time se acomodou e, quando veio o segundo tempo, o Linense, que precisava vencer para ter alguma chance de classificação às quartas-de-final, conseguiu o que queria na base da pressão. Há que se reclamar de um pênalti sofrido por Alexandre Pato, mas do jeito que as penalidades vêm sendo desperdiçadas, fica difícil arriscar dizer se havia mais chance de sucesso ou de estresse com a situação. Fair play - Enfim, essas coisas acontecem, mas há um outro detalhe que considero pertinente abordar. Acho que ainda estava 1 x 1 quando houve um episódio no qual o capitão Alessandro e o técnico Tite tentaram avisar a arbitragem que um escanteio em favor do Linense foi erroneamente invertido para tiro de meta para o Corinthians. O jogo seguiu no erro do juiz - faz parte -, mas a forma como se desenrolou o lance mostra que o Corinthians está num nível acima da maioria dos adversários no quesito fair play. É fato que não se tratava de clássico nem de jogo decisivo, mas é um comportamento que precisa ser apreciado, cultivado e incentivado. No ano passado, o Corinthians venceu a Libertadores sendo o time que mais jogou limpo, contrariando a noção de que só se ganha o sul-americano de várzea na base da pancada. Ao mesmo tempo, em 18 jogos disputados até agora no Paulista, o Corinthians não teve nenhum atleta expulso. É meu desejo - e acredito que de muita gente - que não apenas o Timão continue assim, mas que os outros clubes sigam o exemplo e transformem a cultura de malandragem e truculência que impera no futebol brasileiro. Guerrero goleador - Outro aspecto a ser salientado é a regularidade do atacante Paolo Guerrero, chamado pelos peruanos de El Depredador. O faro de gol do rapaz é impressionante. Iluminado quem enxergou que Guerrero entraria como uma luva nesse time. Os leitores Marinho e Fred têm tentado lembrar, em comentário aqui no blog, qual outro atacante teve tanta regularidade em anos recentes. De cabeça, lembro-me de Liédson, Ronaldo e Deivid, e acho que talvez havia mais um ou dois, mas a memória falha. O mais interessante em Guerrero é que sua regularidade independe de adversário. Não dá pra rotular como atacante que só faz gol em clássico, em time pequeno, em jogo decisivo. A bola rolou, tanto faz se é contra Linense ou Chelsea, lá está Guerrero pra guardar o dele. Quem sabe Pato siga pelo mesmo caminho. Contra o Linense: Acompanhe o Retrospecto Corintiano no Twitter: @retrospectimao. Escrito por Ricardo às 20h45
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Jogo 5.365
O jogo de volta em casa já esta garantido nas oitavas-de-final e talvez só o Atlético Mineiro venha a ter essa vantagem mais adiante contra o Corinthians, e isso caso os dois clubes se enfrentem. Em campo, o Timão mandou do início ao fim. Uma goleada teria sido justa, mas a vitória - a 50ª em 92 jogos do Corinthians pela Libertadores - por 3 x 0 foi boa. Romarinho, talvez o grande destaque individual da noite, abriu o placar na primeira etapa. No segundo tempo, Paolo Guerrero ampliou e, no último lance da partida, Edenílson fechou a conta, para delírio do Pacaembu, como sempre, lotado. Agora é relaxar e esperar o que tiver que vir. Tite, enquanto isso, igualou-se a Armando Del Debbio como quarto técnico com maior número de vitórias no comando mosqueteiro, com 114 triunfos. A favor de Del Debbio pesa o número de partidas como técnico: 175. Contra o San José de Oruro: Jogo 1: 20/02/2013 - San José 1 x 1 Corinthians - Oruro - Libertadores O Corinthians em 2013: Sob o comando de Tite: Artilheiros em 2013: O Corinthians no Pacaembu: O Corinthians na Libertadores: O Corinthians em 102 anos de história: *Dos jogos feitos pelo Corinthians desde 1910, há 15 partidas cujos resultados não foram registrados e continuam desconhecidos até hoje. Acompanhe o Retrospecto Corintiano no Twitter: @retrospectimao. Escrito por Ricardo às 23h57
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Jogo 5.364
Um gol de Jorge Henrique no primeiro tempo e um de Paolo Guerrero no segundo foram suficientes para assegurar a vitória - e a vaga. Guerrero ainda se deu ao luxo de desperdiçar um pênalti quando o jogo estava 1 x 0 - já é a quarta penalidade perdida pelo Timão este ano. Agora o Corinthians terá mais duas rodadas de enrolação nessa entendiante e longa primeira fase de Paulistão. A indigência administrativa e os interesses políticos - da federação e dos clubes - transformaram o estadual mais forte do país, que no passado já esteve entre os campeonatos mais atrantes do mundo, em um Frankenstein de início de temporada. A tabela é esdrúxula, o número de participantes é grande demais e a fórmula de disputa é ridícula. Uma pena que esteja assim. Contra o São Bernardo: Jogo 1: 30/01/2011 - São Bernardo 2 x 2 Corinthians - Estádio 1º de Maio - Campeonato Paulista O Corinthians em 2013: Sob o comando de Tite: Artilheiros em 2013: O Corinthians no Pacaembu: O Corinthians em 102 anos de história: *Dos jogos feitos pelo Corinthians desde 1910, há 15 partidas cujos resultados não foram registrados e continuam desconhecidos até hoje. Acompanhe o Retrospecto Corintiano no Twitter: @retrospectimao. Escrito por Ricardo às 19h32
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Jogo 5.363
Foi um jogo estranho. Passou longe de ser uma boa atuação. mas foi a terceira vitória seguida fora de casa. O Corinthians passou o primeiro tempo inteiro aparentemente acuado, mas criou as melhores chances e quase não fez faltas. A primeira infração mosqueteira ocorreu com mais de 25 minutos do primeiro tempo, pouco depois da primeira finalização de perigo. Com a bola, o time da casa pouco ameaçou. O Corinthians era mais incisivo. Aos 11 do segundo tempo, Jorge Henrique entrou no lugar de Alexandre Pato e, com apenas alguns segundos em campo, fez a jogada e deu o passe para Danilo marcar o gol da vitória. Agora é ver se garante a primeira colocação no grupo, o que provavelmente será decidido no saldo de gols, e esperar o adversário nas oitavas. Contra o Millonarios: Jogo 1: 28/02/1954 - Millionarios 1 x 0 Corinthians - El Campín - Amistoso Acompanhe o Retrospecto Corintiano no Twitter: @retrospectimao. Escrito por Ricardo às 23h57
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Jogo 5.362
O São Paulo saiu na frente, como de costume, na mão grande. O árbitro Leandro Bizzio Marinho não marcou falta em Alessandro, o São Paulo roubou a bola, a defesa alvinegra parou e Jádson saiu na frente de Cássio para abriu o placar logo aos 4 minutos. Não demorou, porém, para o Timão reequilibrar a partida. Na base da pancadaria, o São Paulo tentou, mas não conseguiu evitar o empate no golaço de Danilo no fim da primeira etapa. O Corinthians voltou melhor e o São Paulo continuou batendo. O time da casa fez três vezes mais faltas no jogo, mas a complacência de Leandro Marinho com um e o abuso de autoridade com outro fez com que os dois times terminassem empatados nos cartões. Tudo parecia caminhar para um empate no placar também. Até Rafael Tolói recuar uma bola na fogueira para Rogério Ceni. Alexandre Pato se antecipou, roubou a bola e sofreu o pênalti. Ceni, que deveria ter sido expulso, ficou no lucro, só com o amarelo. Mas Pato bateu firme e selou a virada alvinegra. É claro que vão inventar polêmica, reprisar o lance de 7.392 ângulos, mas não haverá muito mais a acrescentar. Venceu o melhor, apesar da complacência da arbitragem com a violência são-paulina. Acompanhe o Retrospecto Corintiano no Twitter: @retrospectimao. Escrito por Ricardo às 20h27
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Jogo 5.361
Tudo está parecendo fácil demais. O Corinthians tem chegado rápido demais ao gol e depois esquece do jogo. Esse comportamento tem sido recorrente em campo e é bom que seja corrigido antes que haja alguma consequência mais grave. Está faltando respeito com a Fiel, esteja ela no estádio ou não. Aqui é Corinthians sempre, em qualquer lugar, em qualquer situação, contra qualquer adversário! Contra o Penapolense: O Corinthians em 2013: Sob o comando de Tite: Artilheiros em 2013: O Corinthians em 102 anos de história: *Dos jogos feitos pelo Corinthians desde 1910, há 15 partidas cujos resultados não foram registrados e continuam desconhecidos até hoje. Acompanhe o Retrospecto Corintiano no Twitter: @retrospectimao. Escrito por Ricardo às 23h56
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