|
||
|
Jogo 5.109
No geral, o Timão não fez um jogo bom na noite de hoje em São José do Rio Preto. Não foi sofrível, como contra o Palmeiras, mas poderia ter sido melhor neste quinto empate consecutivo contra o Santo André. Aos 38 anos, Marcelinho desequilibrou - uma pena que tenha sido para o lado errado. O fato é que o Corinthians é um time em reconstrução. Em campo, a equipe se ressente das ausências de Cristian, Douglas e Ronaldo. Cristian e Douglas foram vendidos e não voltam. Mas o gordinho volta em um mês. Especulo que o Timão ficará numa lenga-lenga por mais umas dez rodadas, alternando bons e maus momentos. Mas não deve passar muito disso. O técnico Mano Menezes já encontrou soluções eficazes em situações mais delicadas. A capacidade dele é inquestionável. Nesses últimos dois jogos, especialmente pelas ausências forçadas, a última pessoa a ser responsabilizada é o técnico. Tanto contra o Palmeiras quanto contra o Santo André ele botou o time pra cima. Se, dentro de campo, o jogador vai corresponder ou não é uma outra história. O que está em campo é o que Mano tem em mãos. Em pouco tempo ele se adapta. Como bom gaúcho, Mano sabe fazer o time jogar como time mesmo quando há limitações. Ele só precisa encontrar o jeito. E isso leva um tempinho. Escrito por Ricardo às 23h56
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Jogo 5.108
Lamentável! Só o goleiro Felipe se salvou na tarde de hoje em Presidente Prudente. Ronaldo saiu machucado antes da metade do primeiro tempo. E, quando teve a chance de empatar, Dentinho fez o que o bandeirinha queria e, impedido, tocou a bola quando ela já estava entrando no gol. Agora já são seis as partidas de invencibilidade do Palmeiras contra o Corinthians. E se o Timão dominou com folga o duelo na primeira metade da década, agora é o rival que não perde desde 2006. Mano Menezes já experimentou de tudo desde que chegou ao Parque São Jorge. Está na hora de descobrir o sabor de uma vitória neste clássico. Escrito por Ricardo às 19h26
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Jogo 5.107
A entrada do Corinthians no G-4 favorece o Grêmio Barueri, quinto colocado. O importante é a proximidade da ponta da tabela. O Timão novamente abriu 2 x 0, com golaços de Dentinho e Jean em belas jogadas de Ronaldo e Douglas, respectivamente. O Vitória descontou com Apodi. E por pouco não se aproveitou a desatenção alvinegra para estragar a festa. Jucilei jogou bem ao substituir Cristian, apesar de ter perdido o fôlego no segundo tempo. Jorge Henrique, gripado, jogou mais que Morais. Felipe fechou o gol naquele que seria seu jogo de despedida, segundo representantes do PIB, e ainda devo aos leitores um texto sobre este goleiro que agora no deixa. Mas isso vai ficar pra outra hora. A cama me chama. Escrito por Ricardo às 23h08
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Jogo 5.106
De volta ao palco que o lançou ao mundo, o Fenômeno deu um passe magistral para Jorge Henrique abrir o placar aos 22 minutos de bola rolando. O gol deixou os mineiros desnorteados em campo. Cinco minutos depois, o zagueiro cruzeirense Leonardo Silva impediu com a mão o que seria um gol de Ronaldo. O árbitro goiano Elmo Alves Resende Cunha viu a infração, assinalou pênalti e expulsou o zagueiro. Naquela altura do jogo, um segundo gol corintiano acabaria com o abalado (e ex-badalado) Cruzeiro. Mas Ronaldo bateu o penâlti displicentemente e o goleiro adversário Fábio defendeu. O lance deu moral para o Cruzeiro. Mesmo com um jogador a menos em campo, o time mineiro tentava se impor e jogar de igual para igual, o que deixou a disputa aberta. O Corinthians criava, mas continuava displicente nas finalizações e dava espaço aos avanços do Cruzeiro. Até que, aos 30 do segundo tempo, Jucilei fez bela jogada e encontrou Ronaldo livre para tocar na saída de Fábio, redimir-se do pênalti desperdiçado e ampliar a vantagem corintiana. Quando tudo parecia resolvido, a arbitragem encontrou um jeito de dar emoção para o jogo. Os bandeirinhas já vinham tentando, ignorando pelo menos três impedimentos claros do ataque do Cruzeiro em evidentes oportunidades de gol. Aos 39, Kléber converteu pênalti mandraque e recolocou o Cruzeiro no jogo. O Timão até conseguiu cozinhar o jogo imediatamente após o gol. Nos minutos finais, porém, o zagueiro Chicão salvou uma bola em cima da linha para em seguida Felipe pular nos pés de Kléber e impedir o que seria o gol de empate do adversário. Poderia ter sido mais simples, ou menos complicado. É claro que o Cruzeiro é um grande time, que em tese ninguém quer perder e blablablá... Mas o Corinthians, perceptivelmente, precisa ficar mais concentrado na partida. O time tem jogado muito mais bola que seus adversários, mas relaxa e abre espaços demais quando está em vantagem. Enquanto a bola estiver rolando, a atenção tem de ser total. Quando terminar, os jogadores terão todo o tempo do mundo para relaxar. É preciso entender que hoje, mais do que em circunstâncias normais, o Corinthians é o time a ser batido. A mídia anticorintiana badalou o São Paulo como de praxe, incensou o Santos na decisão do Paulista, louvou o Internacional na Copa do Brasil, fez loas ao Cruzeiro na Libertadores e agora elogia o Estudiantes de La Plata. E o Corinthians, este ano, colocou todos esses times no chinelo, inclusive o Estudiantes. Vão dizer que os argentinos jogaram sem Verón. Mas o Timão jogou sem Ronaldo, ganhou de 5 x 1 e até o Souza marcou. Portanto, não há como contestar: o Corinthians é o time a ser batido, o grande campeão do futebol brasileiro no que vai do ano. O resto é perfumaria. Escrito por Ricardo às 19h57
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Jogo 5.105
É verdade que o Sport Recife (leia-se: timinho provinciano que no ano passado teve a sorte de ter a metade anticorintiana do país e outros interesses escusos a seu favor na final da Copa do Brasil e que, desejo eu, este ano vá para a Série B levando consigo o São Paulo e algum time carioca) tem por hábito encher o saco do Corinthians. A vitória mosqueteira de hoje foi apenas a segunda em nove jogos disputados entre os dois clubes em São Paulo pelo Campeonato Brasileiro. Os demais resultados foram quatro empates e três derrotas. O jogo de hoje teve todos os ingredientes possíveis, como era de se esperar, inclusive o viés anticorintiano do trio de arbitragem liderado pelo gaúcho Carlos Eugênio Simon, mas ainda espero uma vingança mais incisiva do Corinthians. Quem sabe no jogo de volta. Afinal, o retrospecto corintiano contra o Sport em Recife pelo Brasileirão é bem melhor do que em São Paulo. Por sua vez, Simon, que já foi um dos melhores árbitros do mundo, vive uma fase terrível de sua carreira. Transformou um pênalti em André Santos em falta fora da área, deixou de expulsar Sandro Goiano por tentativa de homicídio contra Dentinho e permitiu que o timinho nojento do Sport batesse à vontade. O Sport tanto bateu que teve um jogador, Guto, expulso por cotovelada em Moradei - um minuto antes do gol do limitado, mas aguerrido, volante mosqueteiro. Ainda não sei se o melhor foi ver a vitória alvinegra ou a cara de bosta do técnico adversário, Émerson Leão, que, espero eu, jamais pise novamente no Parque São Jorge como contratado do clube. E justo hoje, quando, depois de um longo e tenebroso inverno, eu pretendia elogiar o arqueiro Felipe por seu recente conjunto da obra, ele me apronta uma daquelas: bate roupa e permite ao Sport empatar um jogo que parecia ganho até os 15 ou 20 do segundo tempo. Mas não vou descer a lenha. Outro dia, quando ele voltar a fechar o gol, direi o que tenho a dizer sobre o goleiro alvinegro. Parece-me mais importante ressaltar o péssimo desempenho da defesa quando o zagueiro-artilheiro Chicão e o capitão William não jogam juntos. Dá tudo errado. É impressionante. A defesa alvinegra, que era uma das menos vazadas do ano até a decisão da Copa do Brasil, tomou dez gols nos últimos quatro jogos. É muita coisa. O técnico Mano Menezes precisa corrigir logo o problema. Outra coisa que me incomodou foi a apatia de Jucilei, que vinha jogando bem e hoje, quando teve a oportunidade de ser titular no lugar de Elias, não disse a que veio. Pelo menos o ataque - e mais especificamente Ronaldo - parece de bem com as redes e os gols estão saindo. Além de Ronaldo e Moradei, por óbvio, Chicão, Cristian, Douglas e Jorge Henrique podem ser citados como destaques do time na noite de hoje. Domingo tem Cruzeiro no Mineirão. Boa hora de se tentar aproveitar a embriaguez alheia e tentar um salto na tabela. Escrito por Ricardo às 23h10
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Jogo 5.104
A primeira derrota por três gols de diferença sofrida pelo alvinegro desde a chegada de Mano Menezes, há mais de um ano e meio, pelo menos não veio em má hora. Não assisti à partida. Conto apenas com relatos de pessoas que viram, imagens de videoteipe e falas de comentaristas anticorintianos nas rádios paulistanas. Parece que o Timão não estava muito a fim de bola hoje. A zaga titular não jogou e, pelo que vi dos gols, foi no sistema defensivo que os problemas aconteceram. Infelizmente, não dá pra ir muito além disso sem me arriscar a ser desonesto. Resta lamentar que o Grêmio tenha se aproveitado para ampliar sua vantagem no confronto. Atualmente, dentre os grandes clássicos nacionais disputados pelo Corinthians, é contra o Grêmio que o Timão tem seu pior retrospecto. Escrito por Ricardo às 23h03
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Jogo 5.103
O primeiro tempo nem estava perto de terminar e o Timão já vencia o Fluminense por 3 x 0, em noite inspirada de Ronaldo e Douglas no Pacaembu. No segundo tempo, um apagão defensivo alvinegro permitiu que os cariocas encostassem no marcador. Mas Ronaldo, com experiência, categoria, tranquilidade e alegria, marcou um golaço, estancou a reação e pôs números finais no marcador. E o Fenômeno, que ainda não havia marcado nenhum gol pelo Corinthians no Campeonato Brasileiro, marcou três de uma vez só (a primeira vez que isso acontece com a camisa alvinegra). De quebra, também pela primeira vez desde que chegou ao Timão, Ronaldo desbancou o zagueiro Chicão na artilharia mosqueteira em 2009. O resultado do jogo desta noite agradável e festiva, o primeiro diante da fiel nação corintiana desde a conquista da Copa do Brasil, na semana passada, em Porto Alegre, é uma prova a mais daquilo que poucos têm dúvida: o Corinthians não é só o melhor time do Brasil no momento, mas também tem condições de conquistar o pentacampeonato brasileiro em 2009. É só jogar como Ronaldo pediu - e não passar por apagões no meio do caminho. Escrito por Ricardo às 23h53
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Jogo 5.102 - O choro é livre
Contra o Internacional: Na história da Copa do Brasil: Escrito por Ricardo às 23h57
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
||