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Jogo 5.116
Foi mais um jogo de muitos gols, até demais. Pela quantidade de desfalques, o Corinthians até que jogou direitinho. O problema é essa defesa reserva, fraca demais. O time funcionou bem do meio de campo pra frente, mas o sistema defensivo comprometeu mais uma vez. Entregou o empate para o Botafogo no domingo e hoje cedeu o empate para o Barueri. E assim o Timão vai deixando pelo caminho pontos valiosos para aspirações maiores (no caso, o título, aquele do qual o técnico Mano Menezes já abriu mão). Em uma rodada na qual os quatro primeiros colocados irão se enfrentar, esses quatro pontos perdidos de domingo para cá teriam o deixado o Corinthians muito perto da ponta da tabela. Contra o Grêmio Barueri: Na Arena Barueri: Escrito por Ricardo às 23h53
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Jogo 5.115
Dentinho, de pênalti, abriu o placar no fim do primeiro tempo. Mas o Botafogo empatou logo no início da etapa complementar com Reinaldo. Não demorou muito e Marcinho marcou um golaço de falta, colocando o Corinthians novamente à frente. Mas logo a seguir, André Lima, o artilheiro dos gols irregulares, igualou mais uma vez o marcador, desta vez de mão. Abrindo aqui um parênteses sem realmente abri-los, é uma enormidade a quantidade de gols irregulares marcados por esse sujeito. Se um dia alguém fizer uma contagem séria dos gols da carreira do indivíduo, não será de surpreender que o número de gols em condição irregular do atacante seja muito próximo daquele de gols regulares. De qualquer forma, isso faz parte de um esporte cujos organizadores confiam na existência constante da polêmica como elemento essencial para alimentar a paixão dos torcedores. Bastante questionável isso, mas vamos em frente. Depois foi a vez de o árbitro baiano Arilson Bispo da Anunciação, talvez sentindo-se culpado por não anular um gol de mão grotescamente evidente, aplicar a famosa lei da compensação. Jorge Henrique caiu na área. Estava lá, no chão, caído. Empurrado? Sinceramente, não. Mas o juiz assinalou um segundo pênalti para o Corinthians. Dentinho bateu. (Souza queria bater. Até pegou a bola nos braços. Mas veio ordem do banco para que batesse o Dentinho. Juro que até fiquei com um pouco de pena do Souza. Ele é grosso, mas esforçado. Pensando bem, no entanto, imperou a sensatez.) Castillo adiantou-se e defendeu, mas deu rebote para o próprio Dentinho colocar o Timão novamente à frente. O auxiliar até tentou anular o lance, marcando a infração do goleiro botafoguense, mas o árbitro aparentemente considerou que estaria beneficiando o infrator se anulasse o gol e deixou seguir o lance. Eu sou da opinião de que, com bola na rede em cobrança de pênalti, deveriam ser ignoradas eventuais infrações, como invasão de área, goleiro se adiantando e tal. Existe uma regra. Mas também existe o tal critério do árbitro. E lá vai discussão pra mais de vida. O fato é que, ao invés de matar o jogo, o Corinthians deu espaço e permitiu mais uma vez o empate botafoguense, desta vez em uma falta bem batida por aquele carinha lá. Como é que chama mesmo? Fez número no Santos. Tem nome de comediante. Ah, Lúcio Flávio. E assim, no 3 x 3, terminou a emocionante comédia desta tarde de chuva e frio em São Paulo. Contra o Botafogo: Escrito por Ricardo às 20h54
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Jogo 5.114
Não sou muito fã de resultados influenciados por erros de arbitragem. Mas quer saber? Não estou a fim de ser politicamente correto. Que deliciosa ironia. Tudo o que eu posso fazer é rir. E muito. Os chorolados fazem por merecer. Fernando Carvalho pode chorar, pode espernear, dar volta olímpica, gravar DVD. Faça o que quiser, meu caro. Vá lá reclamar com o padre. No futebol brasileiro, só o São Paulo merece mais que o Internacional os escassos erros de arbitragem sofridos. E além de o Inter, por seu histórico recente de "Portuguesa do Sul", merecer cada gol irregular que toma, o Timão também teve mérito por ganhar a partida. A trupe mosqueteira jogou bem desde o início, foi aguerrida o tempo inteiro e buscou a vitória até o fim. É uma pena não ter saído nenhum gol regular para coroar o reencontro do Corinthians com o bom futebol. Ou não. De quebra, o triunfo de hoje, além de devolver a derrota no primeiro turno, marcou a queda de dois tabus: o Timão não vencia o Internacional desde 2003 em partidas válidas pelo Campeonato Brasileiro e não ganhava do adversário no Beira-Rio desde 2001. E lá se vão mais coisas para o armário da história. Contra o Internacional: Escrito por Ricardo às 23h55
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Jogo 5.113
A vitória veio de um lance de sorte de Dentinho e de um golaço de Boquita. Oportunidades, o time criou aos montes. Teve até um gol de Henrique, quando estava 0 x 0, que eu não anularia, mas sou suspeito pra falar. Gostei do fato de os jogadores terem jogado com raça e arriscado mais os chutes de longa distância - e constantemente levando perigo. Espero que o técnico Mano Menezes tenha começado finalmente a acertar a mão na readaptação da equipe para que jogue como tal, e não como um apanhado de jogadores. Vão dizer por aí que o Atlético Mineiro jogou desfalcado, apesar de seus principais titulares terem atuado. Com exceção do goleiro Aranha, estavam lá Diego Tardelli, Júnior, Éder Luís. Queria eu um banco assim. Como se o Corinthians não estivesse desfalcado de Ronaldo, Alessandro, Marcelo Oliveira e tal. Também tem uma turma aí no PIB querendo comparar a campanha de 2009 com a do ano do rebaixamento, e apostando suas fichas num Corinthians de volta à Série B no ano de seu centenário. Então vamos lá comparar: encerrada a participação mosqueteira no primeiro turno, a campanha é de oito vitórias, quatro empates e sete derrotas. Aquém do que se esperava, é verdade, mas melhor do que em 2007. No ano em que caiu para a Série B, o Corinthians venceu apenas dez partidas em 38 disputadas. Agora são oito vitórias em 19 jogos. O máximo que é possível dizer é que, no encerramento do primeiro turno, a pontuação é próxima da que o time tinha naquele ano. Em 2009 são 28 pontos conquistados em 57 disputados (ligeiramente abaixo de 50%), contra 26 (pouco acima de 45%) em 2007. Mas no ano do rebaixamento o Timão empatou um número absurdo de jogos e a pontuação dos times na rabeira da tabela estava muito alta. Nem nisso o Corinthians deu sorte. Se naquele ano terminou o primeiro turno perto da zona do rebaixamento, agora está na oitava colocação, dez pontos à frente da degola. Com relação à ponta do alto da tabela, em 2007 o Corinthians fechou o primeiro turno a 14 pontos da primeira colocação e agora encontra-se a nove. Se os catastrofistas quiserem realmente comparar números, terão de fazer essas considerações ou não estarão sendo honestos. Contra o Atlético-MG: Escrito por Ricardo às 18h37
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Jogo 5.112
Contra o Flamengo: Escrito por Ricardo às 21h41
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Jogo 5.111
O árbitro baiano Arilson da Anunciação deixou o Náutico bater impunemente, inventou faltas para o time da casa, distribuiu cartões amarelos a rodo para a trupe mosqueteira (sete, no total) e, quando um jogador do time recifense desabou na área, deu pênalti sem tardar. Quando Alessandro foi derrubado dentro da área, ignorou solenemente. Mesmo jogando mal, o Corinthians teve chances reais de empatar, mas novamente esbarrou na ineficiência do ataque e no excesso de dedicação de todo adversário que vê pela frente o Timão. Ah, se o Náutico jogasse assim todas as partidas. Jamais flertaria com o rebaixamento. Arbitragens ruins como a de hoje servem apenas para mascarar os problemas do Corinthians. Mas o ranço anticorintiano dos árbitros em geral persiste e é preciso fazer alguma coisa para parar de ser roubado. Isso é tarefa da gestão do clube. E é urgente. Mas que o Mano Menezes vai ter trabalho para colocar esse time nos eixos, isso vai. Escrito por Ricardo às 23h55
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Jogo 5.110
Escrito por Ricardo às 21h00
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