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Jogo 5.279
O gol da vitória foi marcado pelo atacante Adriano logo aos 3 minutos de jogo. No restante da partida, o Botafogo quase não ameaçou e o Corinthians teve algumas chances de ampliar, a maior parte delas com Adriano, que jogou o tempo inteiro e parece começar a demonstrar seriedade. O time mais uma vez entrou em campo bastante modificado em relação ao jogo anterior. Defensivamente, o Corinthians manteve-se sólido, mas do meio para a frente o time claramente sentiu falta de um maior entrosamento em meio a tanto rodízio. Nada que não se resolva com treinamento e ritmo de jogo. Voltou a vencer pela contagem mínima? Sim, mas o time continua eficiente e difícil de ser batido. Além de ser a defesa menos vazada do Campeonato Paulista, o Corinthians balançou as redes em todos os jogos que disputou este ano na competição estadual. Não é líder à toa. Contra o Botafogo de Ribeirão Preto: Escrito por Ricardo às 20h44
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Jogo 5.278
Para os padrões titeanos, a vitória por 2 x 0 foi uma goleada ultra-super-mega-blaster. Fazia oito jogos que o Corinthians não marcava dois gols na mesma partida. Tudo bem que o Timão não passou em branco em nenhum, mas sete jogos seguidos sem marcar dois gols num período de 90 minutos é muito até mesmo para o Tite. Ou não é? Os gols da "goleada" de hoje foram marcados por William e Ramírez. Os dois tentos, porém, saíram de jogadas de ataque muito bem trabalhadas e com participação de diversos jogadores. Liédson, por exemplo, não guardou o seu, mas participou diretamente dos dois lances. Tirando a estranheza de jogar no Pacaembu como visitante, a atuação do time como um todo foi melhor do que a que tem sido o hábito. Parece que o Corinthians está se habituando ao rodízio. Contra a Portuguesa: Escrito por Ricardo às 22h58
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Jogo 5.277
Quanto ao jogo, o Timão o venceu num passe magistral de Douglas para conclusão perfeita de William. Do ponto de vista criativo, o Corinthians continua extremamente econômico, jogando sempre para o gasto. No mais, o São Caetano, por incrível que pareça e contrariando suas próprias estatísticas, não deu o menor trabalho. Contra o São Caetano: Escrito por Ricardo às 10h56
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Jogo 5.276
O Timão começou melhor, encurralando o adversário, mas a uruca anticorintiana se fez presente bem na metade do primeiro tempo, quando o Táchira abriu o placar com um gol acidental, uma bola espanada por Chicão que bateu na barriga do atacante adversário, encobriu Júlio César e caiu dentro do gol. Não existe outra palavra para isso a não ser uruca. Haja energia negativa anticorintiana pra fazer acontecer uma excrescência desse porte. O fato é que ninguém merece tomar um gol cagado assim. Não há outra palavra. E o Corinthians de repente se viu caído num torpor caribenho causado por alguma aguardente local. Tentava e a bola batia na trave, chutava e o goleiro defendia. E logo no minuto seguinte ao gol o Táchira já fazia cera e jogava como o time pequeno que é, quase pedindo pra partida acabar ali. Cada reposição de bola levava uma eternidade e o cronometro corria. O jogo volta do intervalo e nada de o Corinthians sair da letargia. Era como se a bola se recusasse a entrar na onda dos jogadores. Sai jogador, entra jogador e nada parece mudar. Lá ia o Timão para a terceira partida sem balançar redes na Libertadores quando um zagueiro fez uma falta boba em Fábio Santos aos 47 e meio do segundo tempo. Alex foi para a bola e levantou na marca do pênalti. Ralf, o gigante, cresceu na frente da defesa e cabeceou no canto do goleiro, sem chance de defesa, sem chance para mais nada, colocando no lugar as coisas que estavam erradas, impedindo que o antijogo derrotasse quem buscou jogo e dando um bicão convincente na macumba anticorintiana. Não deu no talento, foi na raça. Podia ter sido melhor? Claro que sim. Perguntem isso para o Santos e para o Vasco. Escrito por Ricardo às 22h58
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Jogo 5.275
Contra o São Paulo: *A título de esclarecimento: O retrospecto geral do duelo é exatamente este, de 113 vitórias corintianas, 93 empates e 88 triunfos tricolores em 294 partidas disputadas, com 431 gols mosqueteiros e 392 são-paulinos. A informação baseia-se nos Almanaques do Corinthians e do São Paulo lançados pela Placar em anos recentes. Há quem inclua erroneamente o jogo oficialmente cancelado do Brasileirão de 2005, manchado pela arbitragem de Edílson Pereira de Carvalho, juiz-ladrão confesso, e as partidas dos tempos de São Paulo da Floresta, clube que faliu na década de 1930 e que, apesar de ter dado origem ao atual São Paulo FC, não deixou de herança títulos, razão social nem seu retrospecto com outros clubes. Ou seja, a título de estatística, esses jogos não têm valor para o duelo entre Corinthians e São Paulo. Escrito por Ricardo às 21h17
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Jogo 5.274
O Timão até começou bem. Aos 13 minutos, Liédson foi derrubado na área pelo goleiro, mas a bola bateu no atacante corintiano e ia entrando no gol quando um jogador adversário a tirou com a mão bem em cima da linha. O jogador em questão foi expulso e Émerson Sheik abriu o placar na cobrança de pênalti. De Corinthians, na prática, foi só. O time parou no gol. E ficou administrando a vantagem mínima, tocando bolinha de lado, segurando a pressão, mas com uma preguiiiiça de dar nojo. E o Mogi Mirim com um a menos em campo. Só que esse tipo de comportamento do Corinthians na noite de hoje merece só uma punição: a da bola. E ela tardou, mas veio. Aos 41 do segundo tempo, quando parecia que o Mogi já tinha desistido de buscar o empate, Júlio César deu rebote num chute de longe. Rebote para o meio da área, com dois adversários vindo para cima dele. É claro que o Mogi empatou. Mais do que preocupante, essa preguiça de ganhar do Corinthians é irritante, ainda mais às vésperas da estreia na Libertadores tendo um jogo contra o São Paulo pelo caminho. Pra jogar com essa má vontade, melhor colocar os atletas considerados reservas, que têm mostrado que querem lugar no time titular. Contra o Mogi Mirim: Escrito por Ricardo às 23h00
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Jogo 5.273
O Bragantino abriu o placar logo aos 2 minutos, em um lance no qual três jogadores adversários entraram impedidos. Ainda que não tenham tocado na bola, o avanço deles influenciou a ação de Júlio César, que deu rebote e sofreu seu segundo gol no campeonato. Apesar de ter sofrido o gol logo no início, o Corinthians começou a fazer na aquela que até agora foi sua melhor apresentação no ano, tornando o empate uma questão de tempo. Enquanto isso, o Bragantino descia o sarrafo. Resultado: teve um jogador expulso no fim do primeiro tempo, e ainda saiu reclamando de "excesso" do juiz. Mas vamos em frente. Na volta do intervalo, não demorou para que Ramírez empatasse para o Timão. A virada então parecia uma questão de tempo. Um pouco depois, porém, Tite resolveu inventar. Tirou o lateral-esquerdo Ramón, que jogava bem, e lançou Vítor Júnior, que em menos de dez minutos em campo conseguiu tomar dois cartões amarelos e ser expulso. Apesar de a expulsão de Vítor Júnior ter sido justa, o Bragantino continuava batendo e, se não teve mais jogadores mandados para o chuveiro, foi por conta da anuência do árbitro Leonardo Ferreira Lima. A defesa do Bragantino pôde até evitar um gol corintiano com a mão sem que a abutragem assinalasse pênalti. Mais importante que o resultado, no entanto, é o fato de os jogadores considerados reservas terem espaço para mostrar para que servem. Vítor Júnior queimou o filme, mas Ramón, Ramírez, Élton e outros que saíram jogando ou entraram no decorrer da partida estão com fome de bola e só têm a somar para o Timão. Contra o Bragantino: O Corinthians em 2012: Sob o comando de Tite: Artilheiros em 2012: Na história do Campeonato Paulista: O Corinthians em 101 anos de história: Escrito por Ricardo às 20h37
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Jogo 5.272
É repetitivo e intrigante. O gol de Paulinho, marcado aos 31 minutos do primeiro tempo, definiu mais um jogo no qual o Corinthians jogou para o gasto e foi pouco ameaçado, assim como contra Linense e Guaratinguetá. Até onde o Timão controla o jogo e até onde os adversários são fracos são questões a serem respondidas quando o Corinthians se deparar com oponentes mais qualificados. Por enquanto tudo bem, apesar da pulga atrás da orelha. Contra o Ituano: O Corinthians em 2012: Sob o comando de Tite: Artilheiros em 2012: Na história do Campeonato Paulista: O Corinthians em 101 anos de história: Escrito por Ricardo às 22h58
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